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Usinas fotovoltaicas do IFSP geram economia de 40%

Até o fim do ano, 27 câmpus contarão com usinas fotovoltaicas; objetivo é levar estrutura aos 37 câmpus 

  • Publicado: Sexta, 04 de Junho de 2021, 11h35
  • Última atualização em Quarta, 09 de Junho de 2021, 09h36

No Dia Mundial do Meio Ambiente, celebrado em 5 de junho, o IFSP tem motivos para comemorar: a energia renovável gerada por meio das usinas fotovoltaicas que estarão presentes em 27 câmpus até o final de 2021 resultará em economia de R$ 2.243.520 por ano. 

Essa é uma das inúmeras ações de sustentabilidade desenvolvidas em todo o estado de São Paulo por meio do IFSP, que vão desde projetos de reaproveitamento de alimentos em cursos de gastronomia até o uso de materiais certificados pela sua produção sustentável nas áreas administrativas da Instituição. 

O investimento na instalação de equipamentos para produção de energia fotovoltaica teve início em 2016, quando o IFSP passou a buscar alternativas para sobreviver aos cortes do orçamento das despesas discricionárias.  

Hoje, os Câmpus Araraquara, Barretos, Birigui, Boituva, Catanduva, Itapetininga, Matão, Pirituba, Presidente Epitácio, Salto, São Paulo, São Roque, Sertãozinho, Suzano e Votuporanga produzem 808 kWp de potência, resultando em economia de R$ 96.960 por mês na conta de energia elétrica. Para o meio ambiente, essa conta é imensurável, visto que a energia renovável permite diminuir a emissão de CO2 na atmosfera, responsável por agravar o efeito estufa.  

Em pouco tempo, essa conta será ainda mais saudável: os 15 câmpus citados estão recebendo mais instalações para ampliar sua capacidade de produção de energia limpa. Outros seis câmpus — Campinas, Capivari, Caraguatatuba, Guarulhos, Itaquaquecetuba e São João da Boa Vista — estão recebendo instalações para geração de energia fotovoltaica. Essas ações resultarão na economia de mais R$ 50.400 por mês na conta de energia elétrica. 

Até o final de 2021, mais seis câmpus — Avaré, Bragança Paulista, Cubatão, Jacareí, Piracicaba e Registro — receberão equipamentos para a produção de 330 kWp, gerando economia de R$ 39,6 mil em energia elétrica. 

José Roberto (à esquerda) e o reitor Silmário Batista avaliam as instalações

 

De acordo com o pró-reitor de Admistração, José Roberto da Silva, as contratações atuais estão contemplando 27 câmpus; porém, a gestão do IFSP está trabalhando para viabilizar mais projetos, para que todos os 37 câmpus do IFSP tenham uma usina fotovoltaica. 

O investimento na instalação das usinas fotovoltaicas foi viabilizado por meio de uma parceria com a Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica do Ministério da Educação (Setec/MEC). No total, foram investidos R$ 3,349 milhões na aquisição e instalação das usinas fotovoltaicas que gerarão uma economia de R$ 2.243.520 por ano, na despesa de energia elétrica. O gasto anual total do IFSP com energia elétrica é de 5.860.993,86. O retorno de todo o investimento se dará em menos de dois anos. 

Segundo José Roberto, o valor economizado pode ser investido em outras ações da Instituição, como projetos em pesquisa, ensino e extensão e iniciativas voltadas para a própria ampliação das tecnologias que permitem a produção de energia sustentável nos demais câmpus do IFSP.  

Chamadas públicas 

Durante o processo de instalação das usinas fotovoltaicas, o IFSP já foi contemplado em nove editais de chamada pública das companhias de energia elétrica para o desenvolvimento de novos projetos de eficiência energética. Entre eles está a Chamada da Agência Nacional de Energia Elétrica, a Aneel (Chamada Aneel 001/2016), que contemplou os Câmpus São Paulo e Boituva. 

Atualmente, São Paulo é o maior câmpus do IFSP, com cerca de 7.000 alunos, e também com a maior usina fotovoltaica. Com a chegada das novas placas enviadas pela reitoria, a unidade ganhará capacidade para produção de 180kWp — quilo watt pico, responsável por medir a energia produzida pelo gerador fotovoltaico (kWh) e sua energia máxima (kWp). Por meio do edital, o Câmpus São Paulo realizou ainda a troca de 8.536 lâmpadas nos ambientes internos, gerando redução de cerca de 44% no consumo de energia com iluminação.  

Contemplado pelo mesmo edital, o Câmpus Boituva conquistou a economia de 70% da sua conta de energia elétrica, por meio de investimentos na usina fotovoltaica e na da substituição de lâmpadas e condicionadores de ar por modelos mais eficientes e o desenvolvimento de dispositivo de automação de acionamento de condicionadores de ar e estudo luminotécnico para melhor aproveitamento da luz natural. Os dois câmpus receberam equipamentos para a estruturação de laboratórios que são utilizados em cursos e disciplinas relacionadas à instalação de sistemas fotovoltaicos. 

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